Não pertube!
Acredito que em algum momento da sua vida, você odiou o seu pai. Se não odiou, quis matá-lo pelo menos. Esta figura forte e de extrema importância nas nossas vidas, pode ser também extremamente controversa.
O novo Western de Win Wenders – Don’t Come Knocking – nos remete a nossa adolescência, fase da vida onde o ódio daquela figura controladora esta aflorando e graças a deus, de maneira controlada pois na maturidade este mesmo ódio se transforma em respeito e admiração (pelo menos na maioria dos casos).
Para os admiradores de: Paris Texas, Tão Longe Tão perto, Buena Vista Social Club e outros mais, o diretor alemão não economiza talento no filme onde ele não só dirige como foi co-escritor. Logo na abertura você já tem certeza de que o filme vai ser excelente. Boa parte do filme foi rodada numa cidadezinha do estado de Montana chamada Butte. É impressionante as coisas aqui neste país. Wenders mostra para o mundo a beleza de uma cidade não muito falada mas com tremendo potencial (acho que Eduard Hooper também passou por lá).
E potencial é o que não falta no ator Sam Shepard (que também esteve em Paris Texas), não era muito fã dele pra dizer a verdade, mas depois que fiquei sabendo que o roteiro é mais dele do que de Wenders, aí a coisa mudou de figura.
Don’t Come Knocking é o tipo de filme que todo mundo tem papel principal. Jéssica Lange da um SHOW! E sendo casada com Sam Shepard na vida real, a intimidade do casal torna-se clara na frente das câmeras. Fica difícil dizer quem é a personagem mais importante, quem atua melhor que quem. Todo mundo é bom, ate os que são ruins. Alguns vão achar o filme meio parecido com Broken Flowers, mas Bill Murray que me desculpe, mas o filme dele ficou pra trás na minha lista.
Diretor, atores, fotografia, figurino. Todos levam nota 10 e sem falar da trilha sonora que não vejo a hora de comprar.
Ah! E o ódio/importância da figura paterna é basicamente um tratado de psicanálise sob os olhos das câmeras "hollywoodianas".
O novo Western de Win Wenders – Don’t Come Knocking – nos remete a nossa adolescência, fase da vida onde o ódio daquela figura controladora esta aflorando e graças a deus, de maneira controlada pois na maturidade este mesmo ódio se transforma em respeito e admiração (pelo menos na maioria dos casos).
Para os admiradores de: Paris Texas, Tão Longe Tão perto, Buena Vista Social Club e outros mais, o diretor alemão não economiza talento no filme onde ele não só dirige como foi co-escritor. Logo na abertura você já tem certeza de que o filme vai ser excelente. Boa parte do filme foi rodada numa cidadezinha do estado de Montana chamada Butte. É impressionante as coisas aqui neste país. Wenders mostra para o mundo a beleza de uma cidade não muito falada mas com tremendo potencial (acho que Eduard Hooper também passou por lá).
E potencial é o que não falta no ator Sam Shepard (que também esteve em Paris Texas), não era muito fã dele pra dizer a verdade, mas depois que fiquei sabendo que o roteiro é mais dele do que de Wenders, aí a coisa mudou de figura.
Don’t Come Knocking é o tipo de filme que todo mundo tem papel principal. Jéssica Lange da um SHOW! E sendo casada com Sam Shepard na vida real, a intimidade do casal torna-se clara na frente das câmeras. Fica difícil dizer quem é a personagem mais importante, quem atua melhor que quem. Todo mundo é bom, ate os que são ruins. Alguns vão achar o filme meio parecido com Broken Flowers, mas Bill Murray que me desculpe, mas o filme dele ficou pra trás na minha lista.
Diretor, atores, fotografia, figurino. Todos levam nota 10 e sem falar da trilha sonora que não vejo a hora de comprar.
Ah! E o ódio/importância da figura paterna é basicamente um tratado de psicanálise sob os olhos das câmeras "hollywoodianas".




